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Daqui em diante, você encontrará muitos outros artigos sobre psicologia. A finalidade da Psicoterapia é entender o que está ocorrendo com o cliente, para ajudá-lo a viver melhor, sem sofrimentos emocionais, afetivos ou mentais. Aqui você encontrará respostas sobre a PSICOTERAPIA - para que serve e por que todos deveriam fazê-la. Enfim, você encontrará nesses artigos,informações sobre A PSICOLOGIA DO COTIDIANO DE NOSSAS VIDAS.

VITRINE DOS MEUS LIVROS - SOBRE PSICOLOGIA E SOBRE A ARTE REAL

 Caros seguidores e leitores,

Escrever, para mim, nasceu do mesmo gesto que escutar: o de acolher o humano em sua profundidade. Cada livro foi gestado entre histórias, silêncios e perguntas que emergiram no encontro com pessoas - pacientes, irmãos, leitores, amigos. Transformar tudo isso em palavras é minha maneira de continuar o diálogo, de dar forma ao invisível e sentido ao que o tempo não explica. Nesta página, reúno as obras que traduzem essa travessia entre a Psicologia, a Filosofia, a Maçonaria e a alma simbólica do existir. São livros que convidam à reflexão, à sensibilidade e ao autoconhecimento - pontes entre a mente e o coração.

Paulo Cesar. T. Ribeiro 

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LIVROS SOBRE PSICOLOGIA



NARCISISMO - Entre o Espelho e a Ferida
  • Para quem precisa compreender vínculos que confundem, seduzem e ferem.
  • Reflexões clínicas sobre trauma relacional, identidade e reconstrução de si.

Sinopse: A Travessia do Reflexo à Presença.
O que acontece com a alma quando o amor se transforma em espelho e não em encontro? Nesta obra profunda e corajosa, Paulo Cesar T. Ribeiro devolve densidade humana a um conceito muitas vezes banalizado. O narcisismo é apresentado não como vaidade excessiva, mas como defesa construída sobre feridas precoces de desamparo e não reconhecimento. Ao iluminar as dinâmicas de idealização, desvalorização e descarte, o livro oferece linguagem para experiências que antes pareciam confusas e devolve ao leitor a possibilidade de recuperar seu eixo interno e existir sem depender do olhar que aprisiona.

Reflexões que atravessam o espelho
Com rigor conceitual e sensibilidade clínica, cada parte do livro conduz o leitor por uma jornada de compreensão e reconstrução:

  • As Origens da Ferida: como o self se organiza quando não é encontrado.
  • Máscaras e Falso Self: sobreviver adaptando-se ao olhar do outro.
  • Narcisismo Grandioso e Vulnerável: duas faces de uma mesma fragilidade.
  • O Amor como Espelho: quando o vínculo vira campo de validação.
  • O Ciclo de Captura: idealizar, diminuir, descartar e recomeçar.
  • A Vida em Função da Imagem: existir sob o tribunal do olhar externo.
  • Novos Vínculos Possíveis: reconstruir identidade após a ruptura.
  • Além do Indivíduo: narcisismo na família, na cultura e no poder.

Mais do que um livro sobre o narcisista
“Narcisismo – Entre o Espelho e a Ferida” é um mapa para quem foi tocado por essa dinâmica — como vítima, como parceiro, como filho, como terapeuta ou como alguém que começa a reconhecer traços em si. Não é um manual de acusação, mas um convite à lucidez e à reparação. Ao deslocar o olhar do julgamento para a compreensão, a obra mostra que a cura não nasce da destruição das defesas, mas da possibilidade de construir, no vínculo, uma presença que não precise de palco para existir.

Leitura essencial para quem deseja sair da captura do reflexo, reorganizar limites, fortalecer a própria voz e transformar a dor relacional em caminho de maturidade e inteireza.

CaracterísticasNúmero de páginas: 276 - Edição: 1ª, impresso em tamanho 16 x 23 cm, livro em Offset 90g, preto e branco e colorido na versão e-book, com "orelha", idioma: Português

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O SILÊNCIO DOS HOMENS - Uma Jornada de Presença e Sentido na Vida Moderna

  • Para homens que aprenderam a sustentar tudo… menos a si mesmos.
  • Reflexões clínicas sobre cansaço invisível, vínculos fragilizados e reconexão interior.

A Coragem de Voltar Para Dentro.
O que acontece quando um homem percebe que, mesmo vencendo, está ausente de si? Nesta obra profunda e acolhedora, o psicólogo Paulo Cesar T. Ribeiro traduz a experiência de consultório em uma travessia humana e possível. Entre metas cumpridas, relações desgastadas e silêncios mal compreendidos, o livro revela o colapso silencioso de uma masculinidade treinada para funcionar, mas não para sentir — e convida a um retorno ao corpo, ao vínculo e ao sentido de existir.

Reflexões que Desarmam a Armadura
Com linguagem clara, direta e profundamente humana, cada capítulo ilumina um ponto cego da vida masculina contemporânea e abre caminhos de reconstrução:

  • O Vazio Pós-Conquista: quando vencer não traz descanso.
  • A Vida no Automático: presença física, ausência emocional.
  • Prazer Curto, Tensão Longa: metas como fuga do sentir.
  • O Corpo em Hiperalerta: por que descansar virou ameaça.
  • O Exílio Emocional: sentir sem saber dizer.
  • Amor como Logística: relações que funcionam, mas não aquecem.
  • Força e Sensibilidade: o difícil equilíbrio do homem adulto.
  • Reparação e Diálogo: aprender a pedir, ouvir e reconstruir.

Mais do que um livro sobre homens
“O Silêncio dos Homens” é um convite à presença. Não para culpar ou defender, mas para devolver acesso: à própria dor sem violência, ao afeto sem desempenho, ao descanso sem culpa. É uma obra sobre amadurecer sem endurecer, sustentar sem desaparecer e amar sem transformar o vínculo em tarefa.

Leitura essencial para quem deseja transformar rotina em encontro, irritação em linguagem e responsabilidade em presença viva — dentro de casa e dentro de si.

Características: Número de páginas: 326 - Edição: 1ª, impresso em tamanho 16 x 23 cm, livro em Offset 75g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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ADULTOS EM TERAPIA - Reflexões Sobre Existência e Psicoterapia
  • Para adultos que decidiram olhar para dentro de si.
  • Reflexões clínicas sobre dor, sentido, escolhas e amadurecimento emocional.
Sinopse: A Coragem de Olhar para Dentro. O que realmente acontece quando um adulto decide olhar para dentro de si? Nesta obra sensível e profundamente humana, o psicólogo Paulo C. T. Ribeiro convida o leitor a uma jornada de reflexão sobre a existência e a psicoterapia. O livro traduz anos de experiência clínica em um conjunto de ensaios que desvendam as complexas trilhas da alma humana — um caminho pavimentado por feridas antigas, silêncios guardados e a incessante busca por sentido.

Reflexões que Tocam a Vida Real
Com uma linguagem acessível e tocante, o autor transforma o que acontece no consultório em uma ponte para a vida cotidiana. Cada capítulo funciona como um espelho, discutindo temas universais que nos definem:
  • O Amor e a Solidão: Nossas conexões e nossos vazios.
  • Perdas e Recomeços: A dor de deixar ir e a esperança de iniciar um novo ciclo.
  • Escolhas e Medo de Mudar: A tensão entre a zona de conforto e o salto para o desconhecido.
"Adultos em Terapia" é mais do que uma leitura sobre psicologia; é um convite à escuta. É um lembrete de que a verdadeira transformação começa quando a coragem encontra a palavra, permitindo-nos confrontar o que está guardado.
Este é um livro essencial para quem deseja compreender não apenas a mente, mas o humano que habita em cada um de nós e os caminhos profundos que se abrem na jornada da autodescoberta.

CaracterísticasNúmero de páginas: 245 - Edição: 2ª, impresso em tamanho 16 x 23 cm, livro em Offset 90g, preto e branco, com "orelha", idioma: Português

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REFLECTIONS IN THE THERAPY ROOM: Stories of Healing, Resilience, and Emotional Growth

  • For adults who have chosen to look inward.
  • Clinical reflections on pain, meaning, choice, and emotional maturity.
(Versão em língua inglesa do livro "ADULTOS EM TERAPIA")

The title of this book is REFLECTIONS IN THE THERAPY ROOM: Stories of Healing, Resilience, and Emotional Growth, and I would really like you to understand why I chose it: In the quiet space of the therapy room, pain transforms into dialogue and silence into healing. "REFLECTIONS IN THE THERAPY ROOM" is a moving invitation into the intimate world of psychotherapy, where silence speaks, empathy heals, and the courage to change becomes the most powerful act of all. 

Written by Brazilian clinical psychologist and author Paulo C. T. Ribeiro, this first volume of the PSYCHOLOGY Series explores the depth of human experience through real and inspiring stories.

Transformation Through Connection

The author unfolds the journey of individuals who dared to confront their internal conflicts. Every reflection reveals a universal truth: emotional growth is not the absence of pain, but the rediscovery of meaning and connection.

What the Book Offers:
  • Real Stories: Moments of vulnerability, clarity, and renewal that unveil the essence of the human soul.
  • The Therapist's Role: A compassionate view of the therapist as a witness and companion on the patient's journey toward self-acceptance and resilience.
  • Universal Truth: Readers will be moved and discover, on every page, fragments of their own story of struggle and triumph.
With poetic prose and profound insight, this book is for all those seeking understanding: therapists, students, and anyone navigating the complexities of the human experience.

Features: Digital (e-book), 266 pages - 1st Edition, Color, English language.

Access Links: Click on the name of the website where the books are published and access REFLECTIONS IN THE THERAPY ROOM:

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Note: By Amazon Kindle, print book exclusively available in the US.
Obs.: No Amazon Kindle, o livro impresso está disponível apenas nos EUA.
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A MULHER QUE NÃO PODE SER FRACA - O Valor de Ser Quem Se É

  • Para mulheres que aprenderam a sobreviver sendo fortes, mas desejam existir sendo inteiras.
  • Reflexões sobre autoestima, limites, autenticidade e o direito de não se endurecer para viver.
Sinopse: Quando Ser Forte Cansa.

O que acontece quando a força deixa de ser escolha e se transforma em obrigação? Neste livro sensível, profundo e cuidadosamente escrito, o psicólogo Paulo C. T. Ribeiro convida a leitora a olhar para dentro e reconhecer o cansaço silencioso de quem precisou sustentar demais, por tempo demais.

A Mulher que Não Pode Ser Fraca nasce da escuta clínica e humana de mulheres que aprenderam cedo a não cair, a não falhar, a não incomodar — e que, nesse processo, foram se afastando de si mesmas. A obra percorre, com delicadeza e rigor, os caminhos da autoestima fragilizada, mostrando como a autocrítica, a culpa, a exigência constante e a dificuldade de descansar se organizam como modos de sobrevivência emocional.

Reflexões que Tocam a Vida Real

Com uma linguagem acessível, acolhedora e profundamente respeitosa, o autor transforma o que acontece no consultório em uma ponte para a vida cotidiana. Cada capítulo funciona como um espaço de escuta, abordando temas centrais da experiência feminina contemporânea:

  • Força e Cansaço: Quando sustentar tudo vira prisão e a força deixa de proteger.
  • Autocrítica e Valor Pessoal: A voz interna que cobra demais e o valor que precisa ser provado.
  • Limites, Escolhas e Corpo: Aprender a dizer “não”, escolher sem garantia e escutar os sinais do próprio corpo.

A Mulher que Não Pode Ser Fraca não é um manual de autoajuda nem uma promessa de soluções rápidas. É um convite à permanência consigo mesma. Um lembrete de que autoestima não é performance, mas a capacidade de não se abandonar — mesmo nos dias difíceis.

Este é um livro essencial para mulheres que desejam reconstruir o próprio chão interno com mais verdade, dignidade e humanidade, e para todos que desejam compreender, com profundidade clínica e sensibilidade, os caminhos possíveis da autodescoberta e do cuidado de si. 

CaracterísticasNúmero de páginas: 130 - Edição: 1ª, impresso em tamanho 14,8 x 21 cm, livro em Offset 90g, preto e branco e colorido na versão e-book, com "orelha", idioma: Português

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FUGAS E ENCONTROS - A Psicoterapia em Terrenos Delicados

  • Para quem se afasta de si mesmo como forma de sobreviver ao excesso de dor.
  • Uma leitura clínica sobre evasões emocionais, vínculos frágeis e a possibilidade de reencontro consigo.

Nem sempre o silêncio é recusa. Às vezes, é só o medo de se revelar demais." 
Este livro convida o leitor a mergulhar na delicadeza e complexidade dos encontros terapêuticos mais desafiadores, aqueles marcados por resistência, ambivalência, desconfiança ou retraimento.

Em vez de buscar soluções prontas, "Fugas e Encontros" propõe uma travessia sensível pelos territórios onde o vínculo é frágil, as palavras hesitam e o afeto é simultaneamente buscado e temido.

O Potencial na Fragilidade

O psicólogo Paulo Cesar Teixeira Ribeiro compartilha o que aprendeu com pacientes que, à primeira vista, poderiam ser considerados difíceis. Ele revela que, é justamente nesses encontros em que a alma se retrai, que reside o maior potencial de transformação.

O que o livro oferece:
  • Escuta Afiada: Uma reflexão profunda sobre como a resistência do paciente pode ser uma forma de comunicação e defesa, e não um obstáculo.
  • Vínculo e Vulnerabilidade: Explora a complexidade das relações humanas e o processo de construção da confiança em ambientes de grande vulnerabilidade.
  • Transformação Genuína: Mostra como a sensibilidade e a profundidade do terapeuta são essenciais para atravessar o medo e alcançar a cura.
Com uma escrita que acolhe, questiona e revela, este é um livro essencial tanto para terapeutas que desejam afinar sua escuta e presença, quanto para qualquer leitor disposto a compreender as sutilezas e a beleza da jornada de autodescoberta nos terrenos mais delicados da psique.

Características: Número de páginas: 197 - Edição: 1ª, impresso em tamanho 14,8 x 21 cm, livro em Offset 90g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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POR FAVOR, OUÇAM! - Como Recuperar a Confiança e o Diálogo com seus Filhos Adolescentes

  • Para pais e responsáveis que desejam compreender, antes de corrigir.
  • Reflexões psicológicas sobre escuta, vínculo, conflitos geracionais e reconstrução do diálogo familiar.
Você já se sentiu afastado do seu filho adolescente, falando, mas não sendo ouvido?
Este livro é um guia afetivo e prático para pais que desejam, de verdade, compreender o mundo interno de seus filhos e descobrir como responder a eles com clareza, acolhimento e firmeza.

Baseado em anos de experiência clínica, o psicólogo Paulo Cesar T. Ribeiro oferece um caminho para superar a rebeldia, o silêncio e a desconfiança, transformando conflitos em oportunidades de aproximação.

O Segredo da Escuta

A obra utiliza um formato inovador: cada capítulo apresenta uma carta imaginária escrita pelo filho, seguida pela reflexão do psicólogo, criando uma ponte essencial de entendimento que falta em muitos lares.

O que você aprenderá:
  • A Mensagem Oculta: O que os adolescentes realmente querem comunicar, mesmo quando estão calados ou agressivos.
  • Ouvir sem Julgar: Como pais podem praticar a escuta ativa para transformar brigas em conversas construtivas.
  • Estratégias Práticas: Formas simples de lidar com críticas, cobranças e expectativas que geram atrito mútuo.
  • Vínculos Fortes: Reflexões profundas sobre amor, limites, confiança e o poder transformador do diálogo familiar.
"Por Favor, Ouçam!" é mais do que conselhos; é um convite para fortalecer os vínculos e construir relações baseadas em empatia e respeito. Se você deseja ser ouvido pelo seu filho e aprender a ouvi-lo de verdade, este livro é o primeiro passo para transformar o diálogo em casa.

Características: Número de páginas: 268 - Edição: 3ª, impresso em tamanho 16 x 23 cm, livro em Offset 90g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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LIVROS SOBRE MAÇONARIA



CAMINHOS PARA A LUZ - Filosofia Viva na Arte Real
  • Para quem busca sentido, consciência e coerência entre pensamento, símbolo e vida.
  • Reflexões filosóficas que integram tradição, ética e experiência humana no caminho do autoconhecimento.
Sinopse"Caminhos Filosóficos para a Luz" não oferece apenas informação; ele é mais do que uma leitura; é um convite à transformação interior que une, de forma bem-sucedida, as esferas do pensamento, do símbolo e da vivência, resgatando o aspecto prático da sabedoria.

A maior contribuição do livro é mostrar que a filosofia é uma Arte Real e um modo de ser aplicado no dia a dia, e não um mero acúmulo de ideias. Ele ilumina a necessidade de autenticidade, humildade e coragem filosófica para lidar com a complexidade do mundo.

A Essência e o Caminho

Com uma linguagem envolvente, a obra guia o leitor à compreensão de que o trabalho mais importante é o silencioso e constante que cada um realiza sobre si. O livro atua como uma poderosa ferramenta de aprofundamento, devolvendo "frescor à prática e leveza ao dever".

Para quem é este livro?
  • Para o Leitor Não Maçom: Serve como uma excelente e acessível introdução ao universo ético e simbólico da Ordem, desmistificando-a e revelando seu profundo potencial como caminho de aperfeiçoamento humano.
  • Para o Maçom: É uma leitura que reforça os princípios da Arte Real, incentivando a aplicação da filosofia na prática cotidiana.
"Caminhos para a Luz" é altamente recomendado a todos que buscam um sentido profundo e uma ética coerente em sua jornada. É um incentivo a valorizar a interrogação e a consciência como as verdadeiras rotas para a Luz.

Características: Número de páginas: 307 - Edição: 1ª, impresso em tamanho 16 x 23 cm, livro em Offset 90g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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SALMO 133 NA MAÇONARIA - União, Ego e Fraternidade

  • Para maçons e leitores interessados nos desafios reais da convivência e da fraternidade.
  • Uma leitura simbólica e psicológica sobre união, ego, maturidade emocional e vida compartilhada.

Sinopse: “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”. Repetido em rituais, ouvido em silêncio e muitas vezes idealizado, o Salmo 133 atravessa séculos como um chamado à fraternidade. Mas o que ele realmente exige de nós - psicologicamente, simbolicamente e eticamente?

Este livro convida o leitor a atravessar o Salmo 133 não como uma citação ritual, mas como um mapa da maturidade humana e iniciática. Uma travessia que revela que a união não é espontânea, nem sentimental, mas construída a partir do trabalho sobre o ego, da integração da sombra e do cuidado com o vínculo.

A União Como Tarefa Interior

O psicólogo e maçom Paulo Cesar T. Ribeiro propõe uma leitura profunda e acessível do Salmo 133, integrando Psicologia, simbolismo bíblico e prática maçônica. Ao longo da obra, o autor mostra que a fraternidade verdadeira nasce quando a maturidade desce à conduta e a suavidade sustenta o convívio.

O que o livro oferece:

  • Leitura Simbólica Viva: Uma interpretação do “óleo”, do “orvalho”, da “barba” e das “vestes” como imagens do amadurecimento emocional e espiritual.
  • Psicologia da Fraternidade: Uma análise clara sobre ego, narcisismo, reconhecimento, conflito e responsabilidade nos vínculos humanos e iniciáticos.
  • Ética e Liderança: Reflexões profundas sobre autoridade, presença, escuta e liderança silenciosa no mundo contemporâneo.

Com uma escrita que acolhe, provoca e aprofunda, este livro é essencial para maçons que desejam viver a fraternidade para além do discurso - e para leitores que buscam compreender como o encontro humano pode tornar-se caminho de maturidade, consciência e vida compartilhada. 

Características: Número de páginas: 297 - Edição: 1ª, impresso em tamanho 18 x 23 cm, livro em Offset 90g, preto e branco (impresso) e colorido na versão e-book, idioma: português.

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A PEDRA E A PSIQUE - Psicoterapia e Maçonaria como Caminhos de Descoberta
  • Para quem transita entre o trabalho interior simbólico e a escuta psicológica.
  • Reflexões sobre transformação, consciência e lapidação do humano a partir da clínica e da Arte Real.
SinopseEste não é apenas um livro; é um convite a uma travessia interior profunda, onde a Psicoterapia e a Maçonaria convergem em seu propósito milenar: a lapidação do ser humano.

O que você descobriráEm "A Pedra e a Psique", o autor Paulo C. T. Ribeiro tece uma ponte elegante entre a escuta sensível do consultório terapêutico e a sabedoria ancestral dos ritos iniciáticos. Com uma linguagem clara, mas carregada de simbolismo, a obra demonstra que o templo maçônico e a sessão de terapia são, na verdade, espelhos de um mesmo trabalho: a difícil, mas essencial, tarefa de reconstruir-se por dentro.

A União de Dois Caminhos: Entenda como os símbolos, os silêncios e os processos de ambas as áreas visam o autoconhecimento e a transformação pessoal.
  • Reflexões Essenciais: O autor guia o leitor por temas universais como a humildade, a confrontação com a Sombra (o inconsciente), a percepção do Tempo e o processo contínuo de Reconstrução Interior.
  • Pontes Simbólicas: A obra lança luz sobre como a jornada do "mundo profano" para o "sagrado" - do visível para o invisível — é uma metáfora para a expansão da consciência.
Mais do que um estudo sobre psicologia ou maçonaria isoladamente, "A Pedra e a Psique" é um chamado à presença e à consciência. É o lembrete poderoso de que a verdadeira obra a ser erguida é o templo da alma - e que a pedra bruta que precisa ser lapidada, a cada dia, somos nós mesmos.

Um guia essencial para quem busca ir além dos ritos e das teorias, em busca da própria essência.

Características: Número de páginas: 183 - Edição: 3ª, impresso em tamanho 14,8 x 21 cm, livro em Offset 75g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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SINTROPIA E ENTROPIA NA MAÇONARIA - Ordo Ab Chao

  • Para quem deseja compreender os movimentos de construção e desagregação presentes na vida e na Ordem.
  • Reflexões simbólicas sobre caos, organização, consciência e responsabilidade no trabalho interior.
Este não é um manual de rituais ou um tratado técnico, mas sim uma travessia simbólica profunda. "Sintropia e Entropia na Maçonaria" é uma jornada reflexiva que estabelece um diálogo essencial com os princípios do Rito Escocês Antigo e Aceito, entrelaçando-os à psicologia, filosofia e espiritualidade viva.

A obra eleva os conceitos científicos de sintropia e entropia a metáforas do processo humano: ciclos de desordem e reconstrução, de queda e reinvenção, de caos e luz (Ordo Ab Chao).

O Caminho e a Arquitetura Interior

O livro mostra que a Maçonaria surge não como um fim em si, mas como um caminho — uma arquitetura simbólica capaz de transformar o mundo exterior a partir da reforma silenciosa que cada iniciado opera dentro de si.

O que o livro propõe:
  • Diálogo de Saberes: Funde a simbologia maçônica com o autoconhecimento, revelando as forças do universo (ordem e desordem) agindo na alma.
  • Transformação Viva: Convida o leitor a compreender que todo rito, toda palavra velada e toda busca espiritual só fazem sentido quando se tornam vida prática.
  • Iniciação Contínua: Reitera que o verdadeiro templo é construído no interior do buscador, e que a verdadeira iniciação é um processo que jamais se encerra.
"Sintropia e Entropia na Maçonaria" é um chamado para transcender a letra e buscar o espírito, essencial para maçons e para todos os que veem no simbolismo um poderoso motor para a evolução pessoal.

Características: Número de páginas: 180 - Edição: 3ª, impresso em tamanho 14,8 x 21 cm, livro em Offset 90g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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SIMBOLOS DA ALMA - Maçonaria Mitologia e Psicologia na Construção do Humano

  • Para leitores interessados na linguagem simbólica como via de compreensão do ser humano.
  • Uma integração entre mitologia, psicologia e Maçonaria na formação da consciência e da identidade.
Em cada símbolo habita uma pergunta antiga. Este livro revela a alma simbólica do ser humano e sua eterna busca por sentido, traçando uma ponte fascinante entre a Maçonaria, a Mitologia e a Psicologia.

Com uma linguagem clara, poética e profunda, o autor Paulo Cesar T. Ribeiro une o olhar do psicólogo e do iniciado para mostrar que o verdadeiro templo a ser construído é o interior. Ele conduz o leitor por uma travessia que integra o silêncio e a palavra, o mito e a consciência, o rito e o autoconhecimento.

A Jornada Simbólica

O livro propõe uma jornada que vai além do estudo, sendo um convite à transformação interior. Ele demonstra como as tradições e os arquétipos servem como ferramentas essenciais para a lapidação do ser.

O que o livro oferece:
  • Visão Integrada: Entenda como os símbolos maçônicos se conectam diretamente aos mitos universais e aos processos da psicologia profunda.
  • Construção Interior: Reflexões sobre como o trabalho ritualístico e a busca por sentido se convertem na construção de um sentido mais pleno de existir.
  • Reencontro com o Sagrado: Um caminho para resgatar a dimensão sagrada na vida cotidiana através da consciência e da reflexão.
"Símbolos da Alma" é uma leitura inspiradora para maçons, terapeutas e todos os buscadores espirituais que reconhecem na vida um caminho simbólico de luz e de humanidade.

Características: Número de páginas: 189 - Edição: 3ª, impresso em tamanho 16 x 23 cm, livro em Offset 75g, preto e branco, com "orelha", idioma: português.

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MAÇONARIA, TRADIÇÃO E ETARISMO - Reverenciando o Passado, Construindo o Futuro

  • Para quem deseja refletir sobre o lugar da tradição em tempos de mudança e conflito geracional.
  • Uma análise ética e simbólica sobre envelhecimento, pertencimento e renovação consciente da Ordem.
Esta é uma obra pioneira que mergulha com profundidade e sensibilidade em um dos temas mais urgentes e silenciosos da Maçonaria contemporânea: o etarismo. Combinando sua vasta experiência como psicólogo clínico com décadas de vivência maçônica, Paulo Cesar T. Ribeiro nos convida a confrontar os impactos da exclusão dos Irmãos mais velhos nas Lojas. O livro não é uma mera denúncia; é um convite à ação ética e fraterna.

O Encontro de Gerações

O autor propõe uma reflexão profunda sobre os efeitos simbólicos e humanos da desvalorização da experiência, e traça caminhos concretos para restaurar a integração intergeracional e a coesão da Fraternidade.

O que o livro oferece:
  • Reconhecimento: Resgata a dignidade e a importância daqueles que carregam a memória viva e construíram os alicerces da Ordem.
  • Ação: Propõe práticas concretas de inclusão, escuta ativa e valorização da experiência acumulada.
  • Conexão: Entrelaça o simbolismo maçônico, a psicologia, a história e a vivência para mostrar que sem o diálogo entre gerações, a Arte Real perde sua alma.
Com uma linguagem clara, estilo afetivo e embasamento sólido, esta obra é um tributo à sabedoria que o tempo oferece e uma convocação a todos os maçons, líderes e estudiosos da tradição: sem reverência aos mais antigos, não há verdadeiro progresso.

Destinado a todos que buscam uma Maçonaria mais justa, viva e verdadeiramente inclusiva.

Características: Número de páginas: 111 - Edição: 3ª, impresso em tamanho 14,8 x 21 cm, livro em Offset 75g, preto e branco (impresso) e colorido na versão e-book, com "orelha", idioma: português.

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QUANDO A EREÇÃO CAI NO MEIO DO ENCONTRO

 Modo desempenho, tempo sexual e o que o corpo masculino está tentando dizer

(um texto para compreender sem humilhar, orientar sem medicalizar demais e cuidar sem pressa)

 

Há um tipo de sofrimento sexual masculino que quase nunca é descrito com serenidade - e,justamente por isso, costuma ser vivido em silêncio. O homem tem ereção, inicia a relação, o encontro acontece por alguns minutos e, de repente, o pênis amolece. Às vezes isso ocorre após dez ou quinze minutos, às vezes antes e, às vezes em meio a um momento de prazer. Ele se assusta, tenta “recuperar”, não consegue, encerra a relação e se recolhe. A parceira pode interpretar como desinteresse ou rejeição. Ele pode interpretar como fracasso, humilhação, perda de valor. O clima muda. O quarto, que era encontro, vira prova.

Esse fenômeno é muito mais comum do que se imagina e quase nunca tem uma única causa. Reduzi-lo simplesmente a “disfunção erétil” empobrece a compreensão. Em muitos casos, o que falha não é o pênis. O que colapsa é um estado interno de segurança. E quando isso acontece, o corpo responde com precisão. Ele não está traindo o homem. Está comunicando algo.

Antes de qualquer leitura moral ou relacional, é importante lembrar uma verdade básica: a ereção não é apenas um evento genital. Ela é uma função do organismo inteiro. Depende de circulação adequada, equilíbrio hormonal, ausência de fadiga extrema e boa condição metabólica, sim - mas depende sobretudo de um sistema nervoso que se sinta suficientemente seguro para permanecer em estado de excitação. A ereção é um fenômeno do corpo em modo de entrega. E entrega não se sustenta quando o organismo entra em modo de ameaça.

Por isso, quando a ereção cai no meio da relação, frequentemente está ocorrendo uma ativação do sistema de alerta do corpo. Às vezes de forma intensa, às vezes quase imperceptível, mas suficiente para alterar a fisiologia. Um pensamento automático surge como reflexo:

“Será que vou conseguir até o fim?”
“Estou demorando demais?”
“Ela está gostando?”
“E se acontecer de novo?”.

Esse microsegundo de dúvida já pode disparar ansiedade. A ansiedade mobiliza adrenalina. A adrenalina contrai vasos sanguíneos periféricos, aumenta a tensão muscular, altera a respiração e desloca o organismo para um estado de controle. O resultado pode ser imediato: o fluxo sanguíneo peniano diminui e a ereção cai.

Esse ponto é crucial: muitas vezes não é falta de desejo. É excesso de vigilância.

Em outros casos, o corpo já chega cansado ao encontro. O homem até inicia bem, mas vive sob estresse crônico, dorme mal, carrega sobrecarga mental ou preocupações profissionais e financeiras. O organismo liga, mas funciona no limite, como um motor sem reserva.

Há ainda situações em que fatores orgânicos participam com mais peso: oscilações hormonais, especialmente da testosterona, alterações vasculares iniciais, resistência insulínica, sedentarismo, uso de álcool, tabagismo ou efeitos colaterais de antidepressivos e outras medicações.

Muitas vezes isso aparece em fase subclínica: não há uma doença instalada, mas existe um terreno corporal menos favorável. Por isso, uma boa avaliação médica pode ser importante, sobretudo quando o quadro é persistente, progressivo ou acompanhado de outros sinais, como queda de libido, cansaço extremo ou alterações de humor.

Ainda assim, na prática clínica psicoterápica, o cenário mais frequente é outro. O homem começa bem, o encontro avança e, em algum ponto, ele entra no que chamamos de modo desempenho. Esse nome não é acusação; é descrição. Modo desempenho é quando a sexualidade deixa de ser experiência e passa a ser avaliação. Ele não está apenas no corpo - começa a se observar por dentro, como se houvesse uma câmera interna julgando cada movimento. O foco, que deveria estar na sensação, migra para o resultado. Ele sai do encontro e entra numa prova silenciosa.

Nessa passagem, algo essencial se perde: a espontaneidade. A ereção, que é resposta de entrega, não se sustenta quando o sujeito se coloca sob vigilância. E essa vigilância não precisa ser explícita para ser devastadora. Basta uma pergunta interna, um medo antigo, uma memória de falha, uma comparação, um “será que…”, para o corpo sair do modo excitação e entrar no modo controle. Vale dizer que a excitação pede presença e, por outro lado, o desempenho pede comando. São estados que raramente convivem bem no mesmo organismo.

Por trás desse modo de funcionar quase sempre há uma história. Muitos homens foram educados a entender sexo como prova de masculinidade. Aprenderam cedo, pela cultura, por piadas, por conversas entre amigos, pela pornografia ou por experiências anteriores, que “homem de verdade” está sempre pronto, tem ereção rápida, mantém por tempo suficiente, conduz a cena, satisfaz a parceira e não falha. Pouco se ensina sobre intimidade, ritmo, vulnerabilidade, afeto ou comunicação. Ensina-se resultado, mas quando o encontro vira resultado, o corpo reage como quem está sendo examinado.

Isso ajuda a compreender um fator frequentemente negligenciado: o impacto do ambiente social masculino. Um homem que escuta repetidamente amigos relatarem experiências sexuais como conquista, quantidade e performance, muitas vezes desvinculadas de afeto, acaba introjetando um roteiro silencioso do que o sexo deveria ser. Surge a comparação: “Com eles é fácil. Comigo não.” Se esse homem tem uma sexualidade mais relacional, se precisa de vínculo e presença emocional para se excitar, pode começar a desconfiar do próprio modo de desejar, como se houvesse algo errado nele. Instala-se um tribunal interno. O sexo, que deveria ser encontro, vira palco. A plateia imaginária entra no quarto. E a ereção, que pede privacidade psíquica, sente o peso da exposição.

O campo relacional do casal também participa. Não porque a mulher cause diretamente a perda da ereção, mas porque o corpo masculino é extremamente sensível ao clima emocional do encontro. Tensão silenciosa, ressentimentos acumulados, distanciamento afetivo ou pressão implícita para “funcionar” podem ser suficientes para que o organismo não se sinta seguro para relaxar. Às vezes a parceira, sem intenção, transmite impaciência ou cobrança, ou tenta ajudar de um modo que aumenta o foco no pênis e transforma a cena em monitoramento. Mesmo um suspiro, um olhar distraído ou uma mudança de postura pode ser vivido pelo homem como avaliação, especialmente quando ele já está hipersensível à possibilidade de falhar. Nesses casos, não é o comportamento em si - é o significado que aquilo assume dentro dele.

Há ainda uma vivência delicada: quando o sexo acontece sem reciprocidade emocional, quando um dos dois se sente sozinho no encontro, pode surgir no homem uma sensação de vazio relacional. Não é falta de desejo; é falta de presença compartilhada. O prazer vira tarefa, e tarefa chama desempenho. O desempenho chama vigilância e vigilância derruba a ereção.

Quando o episódio acontece uma única vez, pode ser apenas circunstancial. O problema é o que vem depois. Muitos homens, tomados pela vergonha, encerram a relação rapidamente para preservar a autoestima.

O silêncio se instala.
A mulher se sente rejeitada.
Ele se sente inadequado.
O episódio ganha peso simbólico.

A partir daí, pode surgir o ciclo clássico: episódio, frustração, medo de repetir, mais ansiedade, novo episódio. Em pouco tempo, o problema deixa de ser situacional e passa a ser condicionado. O sistema nervoso aprende e o corpo começa a associar sexo a risco.

Aqui cabe uma reinterpretação importante: o corpo não está falhando. Ele está tentando proteger. Protege do constrangimento, da exposição, da sensação de não ser suficiente. O pênis amolece como uma porta que se fecha quando o ambiente interno deixa de ser seguro.

Nesse ponto, muitas expectativas irreais entram em cena, especialmente sobre tempo. A cultura vende a ideia de que a penetração deveria durar longos períodos, como se sexo fosse prova de resistência. Mas estudos objetivos mostram algo bem diferente. Quando se mede com cronômetro em casais reais, o tempo médio entre o início da penetração e a ejaculação gira em torno de cinco a sete minutos, com a maioria dos homens ficando entre três e dez minutos. Tempos muito prolongados pertencem mais ao imaginário pornográfico do que à fisiologia humana. Quando se considera a relação inteira - carícias, preliminares, penetração e pós-contato - a maioria dos casais permanece entre quinze e trinta minutos.

Esses números só fazem sentido quando compreendemos algo fundamental: sexo não é maratona mecânica. O corpo masculino funciona em ciclos de excitação, pico e resolução. Quando o homem tenta sustentar ereção muito além do seu ritmo natural, especialmente sob pressão, ele entra ainda mais profundamente no modo desempenho. A consequência costuma ser exatamente o oposto do esperado: queda de ereção, perda de sensibilidade, dificuldade de ejacular, ansiedade e desconexão do prazer.

A ereção não tem um tempo padrão fixo. Ela dura enquanto houver excitação, enquanto o sistema nervoso estiver em modo segurança e enquanto o homem estiver presente no corpo. Pode oscilar durante o encontro. Não foi feita para ser um objeto rígido contínuo. Ela responde ao clima emocional.

Por isso, o parâmetro saudável não é duração. É qualidade de presença. Muitos encontros profundamente satisfatórios acontecem com poucos minutos de penetração. E muitos encontros longos são vazios, tensos ou performáticos. Clinicamente, não perguntamos apenas quanto tempo durou. Perguntamos se houve conexão, prazer compartilhado, segurança e espontaneidade. Isso diz muito mais sobre saúde sexual do que qualquer relógio.

O que fazer, então? Em primeiro lugar, abandonar o moralismo e o reducionismo. Em alguns casos, será necessário investigar fatores orgânicos, revisar medicações, avaliar saúde metabólica e vascular, considerar exames hormonais e observar hábitos de vida. Cuidar do corpo amplia segurança. Mas, na maioria das histórias, o núcleo do tratamento é psicológico e relacional, porque o que está em jogo não é apenas funcionar - é sentir-se seguro para existir dentro do encontro.

Na psicoterapia, trabalhamos para retirar o sexo do modo prova, desmontar crenças de performance, reduzir a autovigilância e reconstruir confiança corporal. Isso inclui aprender a reconhecer o instante em que o homem sai do corpo e vai para a cabeça e desenvolver caminhos concretos de retorno ao presente: respiração, atenção às sensações, contato com o próprio prazer sem meta, diminuição da pressa, autorização para pausas sem catástrofe.

Quando o casal participa, o trabalho se aprofunda: melhora-se a comunicação, esclarecem-se expectativas, desmonta-se a lógica da cobrança e reaprende-se a tocar sem monitorar, a convidar sem exigir, a acolher sem invadir. A intimidade deixa de ser obrigação e volta a ser possibilidade humana.

Há uma frase simples que costuma organizar tudo: a ereção não nasce da cobrança - nasce da presença. Presença é o oposto de vigilância. Presença é corpo habitado. Presença é encontro sem tribunal. Presença é o direito de ser imperfeito e ainda assim desejável.

Talvez a síntese mais importante seja esta: quando um homem perde a ereção no meio da relação, o fato em si pode ser fisiológico, mas o sofrimento ao redor é quase sempre existencial. Toca identidade, valor pessoal, medo de ser insuficiente, temor de decepcionar, vergonha de precisar de cuidado. E justamente por isso a saída não é forçar desempenho nem evitar sexo por medo. A saída é devolver segurança ao sistema nervoso, devolver humanidade ao encontro e devolver espaço para que o corpo responda no tempo dele.

Porque, quando o sexo deixa de ser prova e volta a ser vínculo, quando a pressão cai e a presença cresce, o corpo costuma fazer o que sabe fazer desde sempre: responder. E se não responder de imediato, isso não é sentença. É caminho. Um convite à escuta, à revisão de crenças e ao cuidado real - aquele cuidado que não apressa a cura, mas cria as condições para que ela aconteça.

Um abraço,

Paulo Cesar T. Ribeiro

  • Psicoterapeuta de adolescentes, adultos e gestantes – Presencial e Online.
  • Psicólogo Orientador Parental
  • Escritor.
  • Contatos: www.psipaulocesar.psc.br