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Daqui em diante, você encontrará muitos outros artigos sobre psicologia. A finalidade da Psicoterapia é entender o que está ocorrendo com o cliente, para ajudá-lo a viver melhor, sem sofrimentos emocionais, afetivos ou mentais. Aqui você encontrará respostas sobre a PSICOTERAPIA - para que serve e por que todos deveriam fazê-la. Enfim, você encontrará nesses artigos,informações sobre A PSICOLOGIA DO COTIDIANO DE NOSSAS VIDAS.

AME-SE E ACEITE A SI MESMO(A) PARA SER AMADO(A)


(Série: Reeditando artigos interessantes)
A sabedoria popular nos ensina que a autoestima saudável é um pré-requisito para a vivência de um relacionamento amoroso saudável, ou seja, ensina que sem suficiente amor próprio, as pessoas não são capazes de amar verdadeiramente os outros. No âmbito da ciência psicológica, várias pesquisas comprovam que os sentimentos que uma pessoa tem sobre si mesmo podem, seguramente, influenciar também os sentimentos que ela tem sobre os outros. Mas eu quero lhe dizer que esse é um tema mais delicado e complicado do que parece.
Na verdade, existem amplas evidências de que sentimentos de inutilidade e de ódio a si mesmo podem interferir nos relacionamentos amorosos. Indivíduos com baixa autoestima tendem a subestimar o amor do parceiro e a vê-lo em termos mais negativos - talvez porque não acreditam que "uma pessoa boa e legal" possa amá-lo. Como resultado, também tendem a relatar menos satisfação com seu relacionamento e menos otimismo sobre o próprio futuro. Além disso, aqueles que duvidam da própria autoestima são mais propensos a acreditarem (ansiosamente) que serão rejeitados e vigiam, de modo bem atento, o comportamento de seus parceiros em busca de sinais disso, muitas vezes interpretando erroneamente atos positivos como hostis e de rejeição.
Para as pessoas carentes de amor próprio é igualmente grave o fato de iniciarem relações ruins, escolhendo e permanecendo com parceiros que não as tratam bem, e isso está e para além de verem seus relacionamentos de maneira mais negativa.
Decerto seja de seu conhecimento que as pessoas com visualizações negativas sobre si mesmas, com relativa constância, sentem-se atraídas por aqueles que as vêem como elas se vêem, isto é, negativamente. A baixa autoestima também está ligada à sensação de menos merecimento de felicidade, o que poderia levar as pessoas a tolerar um tratamento inadequado.
Isso significa que a autoestima é melhor para relacionamentos românticos? Não necessariamente! Sob uma perspectiva, se extremado, a autoestima pode transformar-se em narcisismo, e isso envolve egocentrismo e ego inflado. Nos relacionamentos, as pessoas com traços narcísicos estão frequentemente interessadas ​​em parceiros que melhoram sua própria autoimagem, por exemplo, aquelas outras que são consideradas especialmente atraentes ou bem-sucedidos. A consequência é que o que pode parecer superficialmente ser amor e admiração pode, ao contrário, ser uma manipulação, exploração e jogo psicológico. Ademais, o interesse de um narcisista também pode ser passageiro, e isso parece ser uma das razões pelas quais os relacionamentos dos casais de celebridades são “descontinuados”.
Há de se considerar, igualmente, que mesmo quando a alta autoestima não atinge exageros narcísicos, isso não é necessariamente um grande trunfo para os relacionamentos. Hoje sabe-se, através de vários estudos, que pessoas com alta autoestima são mais propensas a usar “estratégias de escape" quando surgem problemas com o parceiro, ao invés de adotarem abordagens mais construtivas. As pessoas com autoestima que são frágeis e dependentes de validação externa (como a autoestima costuma ser) têm maior probabilidade de se tornarem defensivas ou porem a culpa nos outros quando enfrentam suas próprias transgressões.
A autoestima refere-se especificamente a quão valioso nos vemos; entretanto, devemos pensar, também, na autoaceitação, a qual refere-se a uma afirmação muito mais global da pessoa, quando nos autoaceitamos e somos capazes de abraçar todas as facetas de nós mesmos, não apenas as partes positivas ou mais "estimadas".
Acontece que a autoaceitação não é um estado automático ou padrão. Muitos pessoas têm dificuldade em aceitar a si mesmas exatamente como são. Não é tão difícil aceitar as partes boas, mas os aspectos negativos são complicados para serem aceitos, ainda que as pessoas tenham que aceitar-se plenamente, afinal, a verdadeira autoaceitação é abraçar quem você é, sem quaisquer qualificações, condições ou exceções.
Concluindo, o amor próprio, então, pode não ser tão essencial para os relacionamentos como às vezes fazemos parecer. O que parece ser mais saudável é a autoaceitação - isto é, a capacidade se ver como uma pessoa basicamente boa e digna de amor, sem precisar provar nada a si mesma ou sem necessidade de ofuscar os outros. Uma pessoa que aceita a si mesma tem menor probabilidade de sobrecarregar e, às vezes, incomodar o seu parceiro com uma busca excessiva de confiança ou crítica excessiva. A plena autoaceitação pode estabelecer as bases para a autoestima positiva, e os dois freqüentemente andam de mãos dadas, mas dizem respeito a dois aspectos diferentes de como pensamos e sentimos sobre nós mesmos.
Para ser feliz num relacionamento amoroso, portanto, é necessário e importante a aceitação de todas facetas do eu. Não basta simplesmente aceitar o que é bom, valioso ou positivo sobre si próprio, visto que para exercer a verdadeira autoaceitação, a pessoa também deve abraçar as partes menos desejáveis, negativas e feias de si mesmo.
Se você está pensando que aceitar todos os aspectos negativos de si mesmo parece difícil, você não está errado! Não é fácil aceitar as coisas que queremos mudar desesperadamente sobre nós mesmos; no entanto, é somente aceitando-nos verdadeiramente que podemos  iniciar um processo de autodesenvolvimento significativo o qual envolve, a capacidade de amar e ser amado plena e autenticamente. Em outras palavras, devemos primeiro reconhecer que temos traços e hábitos indesejáveis ​​antes de começarmos uma nova história amorosa ou simplesmente, a fantástica jornada para sermos pessoas melhores.
Espero que tenha gostado desse artigo. Há vários outros artigos no Blog do Psicólogo (www.blogdopsicologo.com.br) - acesse-os! CLIQUE AQUI para ler um artigo sobre o ciúme patológico.
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Psicólogo Paulo Cesar
Psicoterapeuta de adolescentes, adultos e casais.
Psicólogo de linha humanista com acentuada orientação junguiana e budista.
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A FORÇA QUE TEM OS “FILHOS DO MEIO”

É muito comum falarem coisas estranhas (no mínimo) que acabam estereotipando os chamados “filhos do meio”! Muitos os consideram negligenciados, ressentidos, sem motivações, com visão negativa sobre a vida ou que se sentem “não pertencentes” ao grupo familiar! Em outras palavras, pessoas que sofrem da "Síndrome do Filho do Meio". Há, inclusive, estudos de algumas universidades sobre essas pessoas reforçando a idéia negativa sobre elas, como o da Stanford University, que tenta mostrar que os “filhos do meio” são mais invejosos, menos ousados e menos faladores, se comparados aos filhos que nasceram antes ou depois deles.
Minha opinião é que “filhos intermediários” não são quadros de lembranças amarguradas pendurados nas paredes! Eles são seres sociais e importantes colaboradores dos grupos que fazem parte. Se os “filhos do meio” são tão ressentidos e amargos, por que eles são mais cooperativos e confiam em suas amizades? E por que eles são líderes tão bem sucedidos? Você sabia que cerca de 52% dos presidentes norte-americanos foram ou são “filhos do meio”? Martin Luther King, Abraham Lincoln e Madonna, pessoas visionárias com fortes qualidades de liderança e “filhos do meio”.
Embora os “filhos intermediários” sejam algo negligenciados, tanto pelos pais quanto pelos pesquisadores, o fato é que eles realmente se beneficiam disso a longo prazo, pois se tornam mais independentes, pensam diferente (fora da caixinha), resistem bem às pressões e são mais empáticos. Isso lhes dá grandes habilidades como funcionários e também os torna excelentes amigos e parceiros.
Os “filhos do meio” são mais focados do que pensamos. A maioria das pessoas considera o primogênito como tendo mais motivação e ambição, mas eles também estão ambicionando viagens a vários lugares. Baseiam-se mais em princípios e conceitos, como justiça, poder de ganho ou prestígio e, amiúde, são muito motivados por causas sociais. Ainda assim, quando eles entram em um negócio mais tradicional, tornam-se grandes inovadores e líderes de equipe, como Bill Gates.
Gostaria de fazer um rápido comentário sobre algumas das características especiais do “filhos do meio”. Eles são excelentes negociadores, como Anwar Sadat, famoso militar e político egípcio, presidente do seu país de 1970 a 1981, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1978. Estão acostumados a não seguir o caminho que escolheram e, assim, tornam-se “manejadores” experientes e habilidosos. Eles conseguem ver todos os lados de uma questão, são empáticos e julgam bem as reações dos outros. Também estão mais dispostos a se comprometer, e assim podem argumentar com sucesso. Como muitas vezes tiveram que esperar sua vez um pouco mais quando crianças, acabam ficando também mais pacientes quando adultos.
Essas pessoas são pioneiras, como Charles Darwin, naturalista e biólogo britânico, criador da Teoria da Evolução, e mais propensos a efetuar mudanças do que qualquer outra pessoa com diferente ordem de nascimento. Isso se deve ao fato de ter assumido riscos ao abrirem-se para experimentar coisas novas quando crianças. Um estudo, por exemplo, mostrou que 85% dos “filhos do meio” são abertos a novas ideias, como foram quanto à fusão a frio, em comparação com apenas 50% cento dos primogênitos.
E tem mais! Os “filhos intermediários” são buscadores e propagadores da justiça, como Nelson Mandela (advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África Negra, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1993 e pai da moderna nação sul-africana) e Susan B. Anthony (uma das percussoras da luta pelos Direitos das Mulheres). Focados na justiça, identificam as injustiças em suas famílias e estão sintonizados com as necessidades dos outros à medida que crescem.
O lado difícil dos “filhos do meio” também deve ser considerado. Por exemplo, elas têm que trabalhar a mais para superar as noções preconcebidas negativas que as pessoas têm deles - ou seja, se você acha que os “filhos do meio” não são tão focados, carismáticos, inteligentes, etc., você contrataria um deles? Não se pode negar que a maioria deles têm uma autoestima mais baixa do que os demais devido à falta de exclusividade e atenção em casa quando crianças – se bem que isso pode ser algo realmente positivo, já que não são pessoas egóicas. Além disso, a autoestima não é tão crítica quanto a nossa sociedade acredita. Ter uma noção precisa da sua autoestima é mais importante do que ter uma alta autoestima. Surpreendentemente, novos estudos mostram que a alta autoestima não se correlaciona com melhores notas na escola ou maior sucesso na vida – pois pode extraordinariamente levar a uma falta de perseverança diante das dificuldades.
Finalmente, podemos dizer que os “filhos do meio” evitam provocar situações pois eles não gostam de conflito. Isso pode vir a ser ruim pois podem tender a evitar a solução de problemas no casamento ou no trabalho. Ainda, a dificuldade em dizer “não” pode fazer com que amigos ou colegas de trabalho aproveitem-se deles, afinal são tão confiantes e cooperativos!
Um estudo conduzido mostrou que os “filhos do meio” são mais abertos e aventureiros em relação ao sexo, porém menos propensos a traições quando estão em um relacionamento monogâmico do que os nascidos em outras posições na sequência de nascimentos. Uma pesquisa de felicidade conjugal realizada em Israel mostra que os “filhos intermediários” são os mais felizes e mais satisfeitos nos relacionamentos, e que eles se associam bem aos primogênitos ou aos caçulas e menos a outros “filhos do meio”, o que seria uma forma de evitar conflitos. Do mesmo modo, foi descoberto numa pesquisa com os pais, que essas pessoas são ainda mais permissivos do que os caçulas, o que é muito inesperado. São pessoas que querem dar estrutura e regras aos seus filhos, mas também querem ser livres para fazer escolhas. E, curiosamente, embora os caçulas sejam inclinados a ser pais permissivos, essa permissividade refere-se mais sobre não querer ser incomodado com as regras.
Como o crescimento e desenvolvimento do filho do meio influencia a sua vida adulta, carreira e relacionamentos? Bem, uma posição familiar relaciona-se com os trabalhos para os quais a pessoa é atraída e como ela interage com os outros no local de trabalho. Os “filhos intermediários” são flexíveis, independentes, mas também sociais. Eles não precisam ser supervisionados e essas são habilidades críticas no mundo do trabalho moderno. Eles seriam bons professores, atores, assistentes sociais, diplomatas - mas não seriam tão bons num trabalho onde estivessem isolados, como programadores de computador, ou quando ocupassem uma posição de autoridade na qual teriam que gerenciar outras pessoas. A empatia pode causar estresse - eles seriam bons advogados de defesa, mas não bons promotores! Suas habilidades de negociação são benéficas para os relacionamentos românticos, pois são pessoas que se enquadram bem com todos.
Se eu tivesse que fazer algum comentário a “filhos do meio”, certamente eu não esqueceria de dizer que:
  • às vezes você precisa ser capaz de se afastar, especialmente quando você está sendo explorado, e às vezes você precisa dar um passo à frente, como quando há um conflito que você simplesmente não pode evitar.
  • você será mais feliz se continuar a traçar seu próprio caminho ao longo da vida e correr riscos calculados.
  • você é moderado e equilibrado por natureza, então não tenha medo de provocar situações de vez em quando.
Aos pais de “filhos do meio”, eu gostaria de lembrar que seus filhos são bem sociáveis e muitas vezes passam bastante tempo com os amigos. Eles podem parecer reservados mas são dedicados apenas às suas “famílias escolhidas”. Gostam de estabelecer seus próprios círculos e dependem muito dos amigos – e isso não é uma reação negativa à vida familiar. Não se preocupem muito com a forma como vocês estão dividindo a atenção entre seus filhos - vocês não estão prejudicando os “filhos intermediários”. Certamente eles alcançarão o que desejam exatamente por causa da maneira como estão sendo criados, e desenvolvem estratégias e habilidades que os colocam em boa posição quando adultos.
Espero que essas informações sejam úteis para você, esclarecendo alguns aspectos da psicologia dos “Filhos do Meio”. Há vários outros artigos no Blog do Psicólogo (www.blogdopsicologo.com.br) que podem ser interessantes para o seu momento de vida! CLIQUE AQUI para ler mais como e por que os adolescentes devem aprender com seus próprios sentimentos!
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Psicólogo Paulo Cesar
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QUER SER FELIZ? CONHEÇA ALGUMAS ATIVIDADES BEM FÁCEIS QUE LHE AJUDARÃO A SER MAIS FELIZ HOJE

Uma mensagem de agradecimento a alguém, passar um tempo com outras pessoas, ouvir música, pensar livre e sobre coisas felizes e muito mais. A ciência da psicologia pesquisa continuamente sobre o que pode fazer as pessoas felizes. Aqui descreverei algumas das atividades que, se você as fizer ainda hoje, sentirá as vibrações positivas fluírem em você. Continue depois por uma semana ou mais (melhor se continuar por, pelo mesmo, três semanas) e você perceberá o seu humor melhorar muito.
Elimine, mentalmente (apenas), algo bom da sua vida
É surpreendente o tempo que as pessoas ficam pensando em coisas boas que não aconteceram mas que poderiam ter acontecido. É muito tempo! Mas, e as coisas boas que aconteceram e que talvez não tivessem acontecido?
Digamos que você nunca tivesse conhecido o seu parceiro, seu amigo ou não tivesse conseguido o emprego em que está atualmente. Como seria a vida sem algumas dessas coisas que acabaram se tornando garantidas?
Pensar no que pode não ter ocorrido pode vir a ser tremendamente poderoso se usado da maneira correta. Pensar no que não aconteceu mas que poderia ter acontecido (pensamento contrafactual) pode ajudar na criação de um sentido para a vida e aumentar a sua satisfação com o que você já dispõe. Então, elimine mentalmente algo bom da sua vida para assim passar a realmente apreciá-lo.
Envie uma mensagem de gratidão
A gratidão é uma emoção poderosa que nos ajuda a desfrutar aquilo que possuimos. “Puxe” de dentro de si o sentimento de gratidão e, agora mesmo, envie uma mensagem de whatsapp, um email, mensagem de texto, ou outra forma de contato a alguém que lhe ajudou de alguma forma. Agradeça a ele pelo que fez por você, por mais simples que que tenha sido essa ajuda.
Isso é muito fácil e pode ser realizado rapidamente. Um estudo descobriu que praticar a gratidão pode aumentar a felicidade em 25%. Uma outra pesquisa constatou que apenas mensagens enviadas ao longo de um período de três semanas foram suficientes para elevar de maneira confiável, a felicidade e a satisfação do indivíduo com a vida.
Gaste um pouco de dinheiro a favor de outra pessoa
Contrariando a muitos, afirmo que dinheiro pode fazer uma pessoa feliz - mas só se for usado da maneira correta. Uma das maneiras mais fáceis é gastá-lo a favor dos outros. Mas, muitos devem estar se perguntando, por que gastar dinheiro com os outros aumenta a felicidade? A resposta está na própria história da humanidade pois, desde que a humanidade existe, observa-se que dar bens aos outros nos faz nos sentirmos bem. Ao agirmos assim promovemos uma visão de nós mesmos como responsáveis, bondosos e capazes de ajudar, o que nos faz sentirmo-nos felizes. É também em parte porque gastar dinheiro com outras pessoas ajuda a consolidar nossas relações sociais e as pessoas com laços sociais mais fortes são geralmente mais felizes. Então, compre um presente para um amigo hoje ou leve-o a um restaurante - você vai se sentir bem sobre isso, eu prometo.
Faça alguma atividade física
Qual é a estratégia número um que as pessoas usam para se sentir melhor, aumentar seus níveis de energia e reduzir a tensão? Atividades físicas!
Calma, não precisa ser uma maratona, pois uma simples caminhada ao redor do quarteirão fará esse milagre. Todos sabem que sair, esticar as pernas e “desenferrujar” ajuda as pessoas a se sentirem melhor, mas sempre há desculpas para evitar essa atividade.
Se você está em casa, reserve um tempo para uma viagem ou um passeio que não inclua o carro e dependa mais de suas pernas. Se você estiver no escritório, faça sempre uma caminhada na hora do almoço, em vez de lanchar na frente do computador.
Ouça música
O item número dois na lista de todas as estratégias utilizadas pelas pessoas para se sentirem melhor é ouvir música. A música influencia o humor de várias maneiras, mas a maioria das pessoas considera como alto, o poder da música de modificar e estimular os sentimentos positivos, e essa é, para essas pessoas, a principal razão pela qual elas adoram música. Em minha opinião, particularmente gostamos do fato de que a música sempre pode tornar nossos bons humores ainda melhores. Mesmo a música triste pode trazer prazer, pois muitas pessoas desfrutam da mistura contraditória de emoções que ela cria.
Faça planos...
Lembre-se daqueles dias de infância que antecederam o Natal, quando você não aguentava esperar para ter os seus presentes? O prazer de antecipação é algo simplesmente incrível.
Pesquisas sobre a psicologia da felicidade mostram que a antecipação do prazer pode ser uma poderosa emoção positiva. As pessoas gostam mais de pensar sobre como as coisas serão bacanas e gratificantes antes delas acontecerem do que pensar nelas depois. Então, faça um plano agora e tente sempre ter algo para esperar, ainda que pequeno.
…Com amigos
Os melhores tipos de planos são aqueles feitos com amigos. Não é só pelo prazer da antecipação, é também porque se mantém a amizade viva.
Um estudo de 8 milhões de telefonemas descobriu (isso não é algo exatamente surpreendente) que quando as pessoas fazem frequentes contatos umas com as outras, suas amizades são muito mais propensas a serem mantidas por um longo tempo.
Se um incentivo econômico pode ajudar a motivá-lo a fazer planos com amigos, então olha os resultados de uma interessante pesquisa na Inglaterra. Estabeleceu-se um certo valor monetário em diferentes tipos de relações sociais... Após os procedimentos (que aqui não apresento), estimou-se que mudar o comportamento “ver amigos ou parentes menos de uma vez por mês” para “ver amigos ou parentes na maioria dos dias” valia mais 85.000 libras por ano para um indivíduo comum. Em outras palavras, a pessoa teria que ganhar 85.000 libras (cerca de 130.000 dólares) a mais por ano para ficar feliz como se visse amigos ou parentes na maioria dos dias da semana.
Faça uma pequena lista de três coisas boas que aconteceram hoje
No final do dia, antes de ir para a cama, passe alguns minutos pensando em três coisas boas que aconteceram hoje. Essas coisas não precisam ser tão incríveis assim - apenas três coisas que fizeram você se sentir um pouco melhor. Você também pode refletir sobre os motivos que fizeram essas coisas acontecerem. As pessoas que adotam essa prática tem a felicidade aumentada e os sintomas depressivos totalmente diminuídos seis meses depois. Se você fez algumas das coisas mencionadas nesse artigo, você já terá pelo menos três coisas para sua lista.
Explore suas positividades
Faça as coisas em que você é realmente muito bom. Seja o que for, as pessoas costumam ficar mais animadas quando fazem algo em que se destacam.
Pense nessas coisas (em que você é bom): podem ser habilidades sociais, habilidades físicas, habilidades esportivas ou qualquer outra coisa. Pode fazer alguém rir ou dar uma ajuda a alguém. Em seguida, tire algum tempo durante o dia para usar essa habilidade. Quando as pessoas praticam suas positividades, isso as torna mais felizes.
Tenha devaneios felizes
Se você é menos realizador e mais sonhador, essa atividade é para você: tenha um sonho feliz. Ao longo do dia, nossas mentes tendem a perambular muito, mas direcionar essa perambulação mental de maneira positiva pode ser muito benéfico. Considerando estratégias para saborear a vida, a viagem mental positiva é uma das mais eficazes. Sabe-se que as pessoas pensam em períodos de suas vidas quando tinham gratificações, momentos cheios de sucesso, amor e amizade.
A mente pode tentar revidar relembrando constrangimentos ou fracassos passados, mas mantenha-a focada num devaneio feliz. Vá em frente, sente-se e tenha um pouco de lembranças felizes.
Espero que essa informações sejam úteis para você que em está em dúvida sobre fazer psicoterapia ou não. Há vários outros artigos no Blog do Psicólogo (www.blogdopsicologo.com.br) que podem ser interessantes para o seu momento de vida! CLIQUE AQUI para saber como os nossos apegos podem nos prejudicar na busca da felicidade!
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DEPRESSÃO: ASPECTOS INTERESSANTES DE UMA CONDIÇÃO MAL COMPREENDIDA


Gostaria de apresentar, nesse artigo, alguns aspectos interessantes sobre a depressão, uma condição muito comum porém ainda muito mal compreendida. Sabe-se que a depressão é considerada “a doença do século” porém observa-se, ainda, um preconceito muito grande para com as pessoas deprimidas. Aqueles que estão nessa situação, ou seja, os depressivos, se sentem impotentes, sem esperança, sem valor e acreditam que suas vidas estão fora de controle.
A depressão é algo relativamente fácil para ser diagnosticada, mas é muito difícil de tratar. É uma condição muito mais complexa do que muitos imaginam - é bem mais do que "ficar triste" o tempo todo ou pensar que a vida não tem sentido. Vamos ver, abaixo, alguns aspectos importantes sobre a depressão e que dão uma luz sobre uma circunstância complexa e, ao mesmo tempo, muito comum.
A pessoa deprimida não costuma ter nenhuma meta específica. As pessoas que estão deprimidas tendem a generalizar e abstrair excessivamente - "É tudo a mesma coisa para mim, eu não me importo ...". É por isso essas pessoas tendem a traças metas mais gerais e comuns do que as pessoas que não estão deprimidas. Por exemplo, pessoas deprimidas podem dizer a si mesmas: “Eu quero ser feliz”, mas isso não dá nenhuma indicação sobre como isso será alcançado. As pessoas não deprimidas, por outro lado, são mais propensas a ter objetivos específicos como: "Vou manter contato com minha família telefonando para eles uma vez por semana". Como eles são precisos, é mais provável que atinjam suas metas específicas do que metas gerais e comuns.
A pessoa deprimida costuma ficar “ruminando” sobre vários assuntos depressivos. Um sintoma importante da depressão é a “ruminação”, isto é, quando os pensamentos depressivos povoam, rondam e circulam pela mente. Infelizmente, não se pode simplesmente dizer a uma pessoa deprimida para deixar de pensar em coisas depressivas ou deixar de ter pensamentos depressivos - é inútil! Isso porque o tratamento dos sintomas da depressão é, em parte, estimular o autocontrole da atenção da pessoa. Um método que pode ajudar nesse sentido é a “Atenção Plena”. Mindfulness leva a pessoa a viver no momento presente, ao invés de se dirigir sua atenção a arrependimentos passados ​​ou preocupações futuras. Uma recente revisão vários estudos sobre mindfulness comprova seus benefícios no tratamento da depressão.
A pessoa deprimida costuma ter uma memória ruim. Um dos sintomas menos conhecidos da depressão é o seu efeito adverso na memória. Ao longo dos anos, estudos mostraram que pessoas que sofrem de depressão têm problemas com a memória declarativa, que é a memória de fatos específicos, como nomes ou lugares. Isso se deve, em parte, ao fato das pessoas com depressão estarem muito suscetíveis a perder a capacidade de diferenciação entre experiências semelhantes, o que também é uma outra faceta da tendência para generalizar demais. A depressão também confunde outros tipos de memória, incluindo a capacidade de recordar significados e de transitar no espaço físico.
A pessoa deprimida tem dificuldade para se lembrar dos “bons tempos”. Precisamente por causa das dificuldades de memória e do humor deprimido, pode ser difícil para as pessoas deprimidas se lembrarem dos bons momentos. Uma técnica que pode ajudar é tentar criar um "espaço de memória" emocional, algo como se fosse uma loja mental de lembranças felizes específicas para usar enquanto não se recupera da depressão.
A pessoa deprimida apresenta um Realismo Depressivo. Há evidências de que a maneira pela qual os deprimidos vêem o mundo é mais precisa do que os não-deprimidos - essa teoria é chamada de Realismo Depressivo. As pessoas não deprimidas tendem a ser um pouco otimistas demais: elas acham que tiveram um desempenho melhor nas tarefas do que realmente têm e prevêem um desempenho melhor do que realmente podem alcançar no futuro. As pessoas deprimidas, ao contrário, avaliam seu próprio desempenho com mais precisão e realismo, então, de certa forma, os deprimidos são mais realistas.
As pessoas deprimidas tem uma precisa percepção do tempo. Um estudo recente descobriu que pessoas deprimidas têm uma percepção de tempo mais precisa do que as não-deprimidas, e, explicando os resultados, pode-se dizer que os deprimidos são precisos ao estimar o tempo, enquanto as estimativas das pessoas não deprimidas são muito altas. Isso pode ocorrer porque pessoas com depressão leve concentram sua atenção no tempo e menos nas influências externas. A percepção precisa do tempo pode não ser um grande consolo para os deprimidos, mas sugere como a atenção é alocada na depressão e por que as pessoas deprimidas costumam dizer que o tempo parece se arrastar.
As pessoas deprimidas podem ser tratadas com exercícios. Está muito claro para a maioria de nós, que o exercício faz com que o paciente se sinta melhor por um curto período, mas será que isso pode também tratar a depressão a longo prazo? Uma nova revisão sobre material obtido após 26 anos de pesquisa descobriu que pode, sim! Esses estudos sugerem que o exercício físico não só faz com que as pessoas se sintam melhor no momento, mas também ajuda a impedir futuros episódios de depressão. Não é de se admirar que muitos profissionais da Saúde Mental tem prescrito exercícios no tratamento da depressão.
Pessoas deprimidas sentem a dor física com mais intensidade. As observações são de que, realmente, as pessoas que estão deprimidas também podem experimentar níveis mais intensos de dor física. São vários os estudos que mostram que os indivíduos induzidos a um estado depressivo tornam-se menos capazes de lidar com a dor. Quando as pessoas saudáveis ​​se entristecem com pensamentos negativos e música depressiva, seus cérebros processam a dor mais emocionalmente, o que os leva a achar a dor ainda mais desagradável.
O estilo de pensamento influencia no estado depressivo do paciente. As pessoas geralmente pensam que a depressão é causada, pelo menos em parte, por grandes e ruins eventos de vida. Isso é verdade, mas a depressão também refere-se ao modo como as pessoas reagem a esses eventos e, de fato, a estressores comuns e cotidianos. Está comprovado que pessoas que tiveram grandes reações emocionais a eventos relativamente pequenos tiveram maior probabilidade de ter sintomas depressivos quando foram acompanhados dez anos mais tarde. A importância do estilo de pensamento, além da genética e das circunstâncias, é respaldada por outro estudo recente, que descobriu que o modo como as pessoas pensam sobre seus problemas influenciam os níveis de depressão que vivenciam. Explicando: embora não possamos mudar o histórico familiar de uma pessoa ou suas experiências da vida, é possível ajudá-la a mudar a maneira como ela pensa e ensiná-la estratégias de enfrentamento positivas que podem atenuar e reduzir os níveis de estresse.
Espero que essa informações sejam úteis para você, esclarecendo mais alguns pontos a respeito da depressão. Há vários outros artigos no Blog do Psicólogo (www.blogdopsicologo.com.br) que podem ser interessantes para o seu momento de vida! CLIQUE AQUI para ler mais comentários sobre a depressão e seu tratamento!
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SEU FILHO ADOLESCENTE ESTÁ ESTRESSADO?

Os adolescentes estão sob mais estresse hoje do que nunca. Parece um exagero, mas ser um adolescente não é fácil! Adolescência sempre foi um período complicado de desenvolvimento, definido por mudanças fundamentais (físicas, cognitivas e sociais) experimentadas pelos jovens à medida que crescem da infância à idade adulta. Essas transições desencadeiam mudanças na maneira como o adolescente se vê e na maneira como os outros o veem e o tratam. Eles não são mais crianças, mas ainda não são adultos, e essa fase não tem impacto só no jovem que experimenta as transições, mas também nos pais, na família, nas relações e na sociedade como um todo.

A adolescência é um estágio estranho em que os jovens lutam para construir sua própria identidade, ter autonomia e aprender sobre intimidade e sexualidade nos relacionamentos. Todas estas coisas causam um certo nível de angústia, mas não são coisas realmente novas. O que é novo é o ambiente em que vivemos: essa sociedade de ritmo acelerado e perpetuamente conectada dá o tom para as mensagens e expectativas que os adolescentes recebem todos os dias. Devido às diversas pressões em torno da escola, do trabalho, das famílias, dos relacionamentos, das mídias sociais e da aparentemente interminável série de transformações próprias desta etapa da vida, os adolescentes de hoje estão mais estressados ​​do que nunca.

Existem certos contextos que inevitavelmente tornam o adolescente um ser ainda mais difícil. Viver na pobreza ou estar em um lar abusivo, por exemplo. Outras questões mais recentes, como as pressões da sociedade moderna para que cresçam rapidamente, tenham suas vidas completamente descobertas quando começarem o ensino médio, e as inovações tecnológicas e sociais da atualidade que transformaram a vida familiar tornam a experiência de ser adolescente algo exponencialmente mais difícil.

Sem o apoio adequado, os adolescentes estressados ​​podem ter um risco maior de problemas psicológicos, problemas acadêmicos e problemas de saúde. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta que o adolescente emite quando está sentindo estressado. Assim, os pais poderão intervir mais adequadamente. Veja abaixo, alguns sinais de que o adolescente está estressado:
  • Ele tem dores de cabeça e estomacais. O estresse geralmente causa sintomas também na saúde física. Dores de cabeça frequentes, dores de estômago e outras preocupações somáticas podem ser um sinal de estresse.
  • Ele tem problemas com o sono. Dificuldades para adormecer ou permanecer dormindo podem ser um sinal de estresse. E isso pode ser um ciclo vicioso, logo, é menos provável que um adolescente “mega-cansado” consiga tolerar o estresse. Alguns adolescentes estressados ​​dormem demais. Querer sempre voltar para a cama depois da escola pode significar que está tentando escapar do estresse, assim como dormir o dia todo nos fins de semana.
  • Ele tem problemas educacionais. Não é incomum que problemas ligados ao estresse sejam resultantes de problemas relacionados à escola. Em alguns momentos, as dificuldades acadêmicas são resultados do estresse do adolescente. Se as notas do seu adolescente diminuíram, ou se a frequência dele estiver ruim, considere que essa mudança pode estar relacionada ao estresse.
  • Ele está com dificuldade para se concentrar. Quando os adolescentes têm muitas coisas em mente, é difícil que consigam se concentrar nas atividades mais importantes. Eles se distraem facilmente na sala de aula e podem ter dificuldade em realizar suas tarefas escolares.
  • Ele tem falado coisas negativas sobre si mesmo. Com frequência, os adolescentes estressados ​​usam muita conversa negativa a respeito de si mesmos. Por exemplo, um adolescente pode dizer coisas do tipo: "ninguém gosta de mim" ou "nada parece dar certo". Embora seja normal que os adolescentes façam esses comentários às vezes, se você estiver ouvindo isso repetidamente, é provável que seja um sinal de estresse.
  • Ele tem se preocupado com tudo. Adolescentes estressados, muitas vezes se preocupam com tudo e com qualquer coisa. Eles podem se preocupar com todas as possíveis coisas ruins que poderiam acontecer ou podem se preocupar sobre como os outros irão percebê-los. Se o jovem tem expressado mais preocupação do que o habitual, pode ser devido ao estresse.
Quando procurar ajuda profissional?

Como visto, há muitos sinais sobre a forma como os adolescentes se sentem. Se você suspeitar que seu filho adolescente está sofrendo com o estresse, converse com ele sobre isso. Você poderá também ensinar ao seu filho algumas técnicas simples de gerenciamento de estresse. Se você achar que o estresse do jovem está interferindo na escola, na família, nas responsabilidades domésticas ou nas relações com os amigos, talvez seja hora de procurar ajuda profissional. Os sintomas que duram mais de duas semanas devem ser sempre considerados pois dizem que seu filho pode estar com algum problema de ordem psicológica, como depressão ou ansiedade. Procure um psicoterapeuta psicólogo sobre suas preocupações.

O que os pais podem fazer?

Os pais devem manter um padrão excelente de comunicação com os filhos. Isso é fundamental para que, ao tornar-se adulto, tenha sucesso no mundo de hoje. Mas os pais devem, também, seguir os próprios conselhos e conversar com os adolescentes sobre expectativas, objetivos; deve perguntar a eles sobre o que eles pensam, o que querem e como se sentem. Evidentemente, isso significa que também devem estar preparados para ouvir. Os adolescentes precisam saber que, embora os pais desejem o que é melhor para eles em suas vidas futuras, o que é melhor não precisa necessariamente se equiparar aos desejos dos pais, os quais devem ouvir os filhos sobre como eles imaginam seu futuro.

Os adolescentes também precisam de amor incondicional, aceitação e apoio, logo, os pais devem ser explícitos quanto a isso. Devem, igualmente, ajudar seus filhos a definir expectativas realistas e a manter as coisas em perspectiva. Não decidir sobre o curso que fará na faculdade não faz de você um pai horrível, pensar que é bom para os adolescentes falharem em alguma coisa também não o faz terrível... afinal, o fracasso apresenta uma oportunidade de crescimento! Se você permitir que seu filhos experimente um momento ruim, isso pode ser um grande aprendizado para eles!

Espero que você possa ajudar o seu filho caso ele esteja na situação acima apresentada, e que o artigo lhe seja útil ou a alguém que você conheça. 

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Um abraço,

  • Psicólogo Paulo Cesar
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VOCÊ ACEITA CRÍTICAS?


Você é uma dessas pessoas que que não aceitam a verdade quando é falada por outra pessoa? Então vamos refletir a respeito disso!

Todo mundo conhece alguém que tem muita dificuldade em aceitar e ouvir a opinião alheia. Mesmo conselhos bem intencionados não são fáceis de ouvir, especialmente se não forem solicitados. Tudo o que se ouve são críticas consideradas negativas. Pode ser um colega de trabalho dando alguns conselhos amigáveis ​​sobre como fazer uma tarefa melhor na próxima vez, ou mesmo um amigo que quer dizer algo que será útil para a pessoa, embora seja doloroso ouvir, ou mesmo um membro da família tentando resolver um desentendimento qualquer. Tudo é visto como crítica, oposição ou acusação.

Bem, a verdade é que até podemos gostar de pensar que aceitamos facilmente as críticas, mas, na verdade, a maioria de nós não é tão bom nesse quesito. Muitas vezes, quando ouvimos o que nos parece ser uma crítica, nossas defesas aumentam imediatamente. Nós miramos e rebatemos as críticas para bem longe, além do limite, e simultaneamente (e inconscientemente), revemos os nossos próprios mecanismos de defesa do tipo culpar outras pessoas, fazer piadas, ficar com raiva, ficar indignado e todas as outras maneiras de se evitar ouvir o que está sendo dito. Como é um processo inconsciente, é claro que não sabemos o que estamos fazendo, todavia, estamos literalmente nos defendendo da verdade que está sendo manifestada sobre nós mesmos.

Pode ser mais fácil ver isso acontecendo em outras pessoas, quando somos “expectadores”, pois estão além de nós mesmos. Há pessoas que são espinhosas e difíceis de se aproximar, há alguns que rapidamente ficam perturbados com a sugestão de desafio, e tem outros tão escorregadios que falar com eles é como correr atrás de um sabonete ao redor da banheira.

Imagino que você esteja até reconhecendo um pouco de si próprio nessas descrições. Às vezes as defesas são úteis pois há momentos e lugares em que devemos evitar um desafio ou uma contenda. O problema surge quando não sabemos que estamos usando essas estratégias defensivas – são essas as pessoas que não aguentam a verdade.

Será que não é possível mudar de atitude? Quando você for confrontado com novas informações que desafiam a sua posição, é claro que vale sempre a pena ouvir e tentar descobrir se há alguma verdade por trás disso! O fato é que (verdade seja dita), as pessoas não se conhecem tão bem quanto pensam. Da próxima vez, em vez de reagir negativa, agressiva e imediatamente às críticas, pergunte a si mesmo: há algo nisso que pode ser útil para mim?

Se puder fazer isso, você estará sempre aberto à mudanças. E quando alguém está aberto para mudar, cresce constantemente como pessoa, tornando-se mais sábio e mais capaz de navegar pelo mundo e em seus relacionamentos.

Concluindo, gostaria de dizer que o primeiro passo é parar na próxima vez que você tiver uma experiência como essa, manter a calma, segurar o ímpeto de reagir e perguntar a si mesmo se existe alguma verdade nisso, mesmo que seja apenas um pouquinho. Aprenda a ouvir, classifique as informações úteis e deixe essas informações úteis “entrarem em sua mente”. Por mais dolorosa que a verdade possa ser a curto prazo, os benefícios de conhecer melhor a si mesmo se fantásticos e duradouros.

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Um abraço,

Psicólogo Paulo Cesar

  • Psicoterapeuta de adolescentes, adultos e casais.
  • Psicólogo de linha humanista com acentuada orientação junguiana, budista e diversas pós-graduações como Sexualidade Humana, Psicologia Clínica e Autismo.
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O QUE OS CASAIS FELIZES FAZEM DE DIFERENTE?


As pessoas querem amar... quero dizer, desejam amor em suas vidas e precisam deste amor, recebendo e dando esse maravilhoso sentimento. E enquanto seguem suas jornadas, estão sempre acreditando no “amor para sempre”, pois são firmemente convencidas de que seus casamentos serão eternos.
No entanto, na sociedade moderna, o divórcio não é mais um evento incomum para casais que deixaram de ser felizes, tornando-se, infelizmente, um modo de vida. De fato, não apenas os divórcios são mais aceitos e frequentes do que nunca, como também não é incomum que as pessoas se separem mais de uma vez. Todavia, mesmo tendo cada vez mais a liberdade de escolher (e não escolher) um parceiro sem temer as repercussões do estigma social, o divórcio ainda é uma das experiências mais traumáticas que uma pessoa pode enfrentar.
Você gostaria de aumentar as chances de seu casamento durar bastante ou para sempre? Então considere as sugestões abaixo. Com certeza, não sou o melhor marido do mundo, mas juntando minhas experiências pessoais, o estudo da psicologia, a prática psicoterapêutica e as experiências dos meus clientes, creio que são ideias muito interessantes.
Vamos assumir que mesmo sendo tão boa quanto a vida pode ser, ela nunca será perfeita. Todos os casais experimentam desafios pessoais que afetam seus relacionamentos. Realmente, há enormes chances disso acontecer; por exemplo, chegará um momento em que as coisas que lhe fazem feliz (trabalho, dinheiro, filhos, etc.) poderão causar sérios conflitos em seu casamento também. Então, preste atenção: se o conflito se manifesta como um colapso total do relacionamento ou como uma leve tensão, os casais felizes resolvem isso facilmente! Os cônjuges conversam entre si e dizem como se sentem e o do que gostariam, e escutam o que a outra pessoa tem a dizer. Casais felizes ​​resolvem seus conflitos com empatia, abertura de espírito e bondade. Quero dizer, então, que são casais que possuem boas habilidades para o gerenciamento de conflitos.
É muito comum que, à medida que passam dias, meses e anos de casamento, os cônjuges comecem a se tratar como pessoas já “conquistadas e garantidas”, assim como suas melhores qualidades. De repente, por causa dessa (digamos) falta de cuidado, um deles poderá achar (surpreso) que o outro parece tratar o “pet” com mais respeito e cuidado do que o trata. Essa é uma conclusão dolorosa. Então, preste atenção: casais felizes entendem que seus parceiros querem se sentir como o rei ou a rainha do castelo. Eles sabem como tratar a realeza - com a honra e o respeito que o cônjuge não só merece, cumprindo a promessa feita no momento da união conjugal. Os casais felizes sabem como ser respeitosos mesmo quando estão com raiva ou se sentem injustiçados. Quero dizer, então, são casais em que os cônjuges tratam uns aos outros com respeito.
Esse é um aspecto indiscutível para a felicidade dos casais: junto com sonhos e desafios compartilhados, os casais possuem desejos e preocupações , individualmente. Casais felizes garantem a segurança do coração de seus parceiros, tratando essas esperanças e ansiedades com muito carinho e cuidado. Então, preste atenção: embora possa haver algum momento em que um dos dois tenha que expressar discordância (para o bem maior do relacionamento) com algo que o cônjuge deseja (ou com um padrão de comportamento doentio), sempre que puder, os casais felizes amparam seus cônjuges. Quero dizer, então, que nos casais felizes, os cônjuges apoiam-se mutuamente para alcançar seus sonhos e superar os medos.
Como é comum, muitos casamentos desmoronam por causa do dinheiro. Embora as pessoas não tenham que compartilhar pensamentos idênticos sobre finanças, os casais felizes conversam sobre quanto dinheiro possuem, como irão priorizar os gastos e como economizarão para o futuro. Então, preste atenção: os cônjuges felizes sabem que se não chegarem a um ponto em comum sobre os recursos financeiros do casal, haverá preocupação, estresse e, infelizmente, pode ser o começo do fim. Quero dizer, então, que os casais felizes cuidam juntos dos seus recursos financeiros, dos gastos, do patrimônio e bens materiais.
Casais felizes sabem que indivíduos saudáveis ​​criam parcerias saudáveis. Parte de ser uma pessoa saudável envolve a exploração e a expressão de suas próprias paixões sem a interferência (ou envolvimento forçado) do outro. Nada apagará mais rapidamente as chamas do amor do que a inveja e a possessividade. Então, preste atenção: casais felizes reconhecem o valor de se permitir que cada cônjuge passe um tempo sendo "egoísta", o que acaba por aumentar a disposição (e capacidade) de cada um ser ainda mais altruísta. Quero dizer, então, em casais felizes, ambos permitem que cada um tenha uma vida independente do relacionamento amoroso.
Quando tudo está errado no relacionamento (ou na vida), os casais felizes aproveitam o maior trunfo que compartilham - a amizade. Então, preste atenção: a amizade de um casal é um algo em constante evolução, e muda à medida que as pessoas envelhecem, à medida que os interesses mudam, à medida que as crianças nascem e quando o ninho fica vazio. Os casais felizes ​​cultivam constantemente a amizade com o cônjuge para garantir que as raízes cresçam fortes e profundas, qualidades que servem ao casamento quando ele é forçado a resistir a uma tempestade. Quero dizer, então, que nos casais felizes a amizade é colocada como a mais alta prioridade do relacionamento.
Felizmente os casais entendem que tudo é temporário, e que os tempos difíceis passarão mais cedo ou mais tarde. Através da incerteza e do medo, há lições de perseverança e determinação a serem aprendidas. Então, preste atenção: casais felizes olham com atenção essas experiências difíceis para aprenderem com elas, mudam de perspectiva e se adaptam em conjunto para passar por isso ... juntos. Quero dizer, então, os casais felizes sempre lembram que todas as coisas da vida são impermanentes.
A vida é cheia de altos e baixos, dizem isso sempre por aí... Então, preste atenção: apesar das dificuldades que vão acontecer, os casais felizes procuram as alegrias da vida. Eles acreditam que sempre há algo pelo que devem agradecer, e procuram um valioso presente em cada experiência difícil. Acima de tudo, os casais felizes se lembram de como é importante manter um bom senso de humor, rir e se divertir juntos. Quero dizer, então, que os casais felizes são otimistas, riem e se divertem.
Espero que você realmente tenha muitas felicidades em seu casamento, e que o artigo lhe seja útil ou a alguém que você conheça. Há vários outros artigos no Blog do Psicólogo (www.blogdopsicologo.com.br) que podem ser interessantes para o seu momento de vida! CLIQUE AQUI e leia mais dicas para ser feliz no casamento.
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Psicólogo Paulo Cesar
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